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Vetado por Republicanos e PSDB, Coronel deve ingressar no União para concorrer ao Senado ao lado de Neto
Vetado por Republicanos e PSDB, Coronel deve ingressar no União para concorrer ao Senado ao lado de Neto
Por Política Livre
12/02/2026 às 10:42
Atualizado em 12/02/2026 às 15:44
Foto: Andressa Anholete/Arquivo/Agência Senado
Angelo Coronel
Acertado com ACM Neto (União) para apoiar sua candidatura ao governo da Bahia, o senador Angelo Coronel (PSD) ainda precisa definir o partido pelo qual concorrerá à reeleição na chapa do ex-prefeito de Salvador.
O mais provável é que se filie também ao mesmo partido de Neto, uma vez que tanto o Republicanos quanto o PSDB, os outros mais importantes partidos que dão sustentação ao grupo do ex-prefeito, já opuseram veto ao seu ingresso.
No PSDB, há temor de que a filiação do deputado federal Diogo Coronel (PSD), filho do senador, crie dificuldades para a reeleição do deputado federal Adolfo Viana e a eleição do filho do presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz, à Câmara dos Deputados.
No Republicanos, a resistência decorre do interesse do partido de emplacar o presidente Márcio Marinho ou o ex-deputado Marcelo Nilo na chapa do candidato ao governo, projeto que seus líderes acreditam que pode ser enfraquecido caso o partido filie o senador.
Além disso, como presidente da legenda, o deputado federal Marinho tem reforçado o discurso de que não aceitará que funcione como 'barriga de aluguel', o que os republicanos acreditam que pode ser o plano da família, que não tem relação com a Igreja Universal.
A ideia de o partido se fechar para o ingresso de novos quadros neste momento em que negocia sua participação na chapa de Neto teria sido alvo de uma discussão acalorada esta semana na executiva da legenda.
Quando falavam sobre a dificuldade de aceitar Coronel e os filhos (Diogo e Angelo Filho, que é deputado estadual), um dos membros do colegiado se referiu, inexplicavelmente, também ao prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União), que Neto planeja emplacar como vice.
Neste momento, o prefeito teria sido alvo de várias críticas na reunião sob a alegação de que não cumpriu nenhum dos compromissos que assumiu com o Republicanos na campanha em que foi eleito em Feira.
