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Projeto do Piso do Magistério rende críticas a Jerônimo na Assembleia

Projeto do Piso do Magistério rende críticas a Jerônimo na Assembleia

Por Política Livre

06/04/2026 às 22:00

Foto: Divulgação

Imagem de Projeto do Piso do Magistério rende críticas a Jerônimo na Assembleia

O deputado estadual Hilton Coelho

Ainda sem data para ser votado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o projeto de lei que viabiliza o pagamento do Piso Nacional do Magistério a professores da rede estadual é considerado inconcluso por deixar lacunas, postergar direitos e deixar categorias de fora da implementação. Foi o que afirmou o deputado estadual Hilton Coelho na sessão desta segunda-feira (6).

“O governador manda um projeto que, primeiro, divide em duas parcelas a implementação do piso, a primeira com a retroatividade a partir de fevereiro e a segunda apenas a partir de junho. O que significa, de cara, desrespeitar a data-base da categoria. O Estatuto do servidor não deixa dúvida, a data-base do serviço público é o mês de janeiro”, discursou o parlamentar, ao sinalizar que a demora do Executivo acabou “permitindo que, obviamente, a inflação corroesse esse reajuste”.

O deputado também alertou que diferentes segmentos da categoria não foram contemplados pelo texto. “Os trabalhadores, as trabalhadoras do quadro especial, o pessoal do subsídio e, sobretudo, largas parcelas dos aposentados estão de fora da implementação do piso na Bahia mais uma vez. Então, nós não podemos deixar de fazer esse registro”.

Hilton disse também que, apesar de ser um direito legal, o cumprimento integral do piso nacional ainda é uma espécie de “sonho” para os trabalhadores do magistério baiano e disse haver um desapontamento em razão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ser um professor de formação.

“A implementação do Piso Nacional no Magistério ainda é um sonho, algo a ser conquistado pela luta dos trabalhadores, que, infelizmente, entendendo que o governador sendo um profissional da área de educação teria uma posição mais respeitosa com os trabalhadores, as trabalhadoras e a própria educação da Bahia. Fica nosso repúdio a esse comportamento e a nossa declaração de todo apoio à luta dos educadores e das educadoras para a realização disso que ainda é, volto a dizer, um sonho dos profissionais e toda a sociedade baiana, o sonho de ver implementado na Bahia o Piso Nacional do Magistério”, desabafou.

Comentários
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1 Comentário

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Carlos Marques de Santana

06/04/2026

19:08

Pelo silêncio, merece isso mesmo, além das chicotadas dos gestores....de hoje, em dia, principalmente. Cadê a APLB que grita e esperneia na Rede Municipal e na Rede Estadual é omissa ?
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