Home
/
Noticias
/
Exclusivas
/
Bruno Reis diz que oposição corrigiu erros de 2022 e afirma que agora é a vontade de Deus
Bruno Reis diz que oposição corrigiu erros de 2022 e afirma que agora é a vontade de Deus
Por Política Livre
27/08/2026 às 17:07
Atualizado em 27/08/2026 às 17:14
Foto: Política Livre
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União)
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), afirmou nesta quinta-feira (27) que a oposição chega mais preparada para a disputa eleitoral deste ano do que em 2022. Durante a cerimônia de entrega da Comenda 2 de Julho ao ex-deputado federal e ex-prefeito João Gualberto (PSDB), na Assembleia Legislativa, Bruno disse que os erros da última campanha foram superados e demonstrou confiança na vitória do candidato ao governo ACM Neto (União).
"Nós estamos desde 2006 na oposição. São 20 anos resistindo e lutando contra o sistema que está aí, chamando a atenção para os problemas da Bahia, que só fizeram se agravar. Até o que era para dar errado, deu certo. Os eventuais erros que foram cometidos foram corrigidos. Sou um homem de muita fé. Naquele momento não era da vontade de Deus. De lá para cá passou a ser da vontade de Deus. Está tudo dando certo", pontuou o prefeito.
Ao fazer críticas ao governo Jerônimo Rodrigues (PT), Bruno citou os indicadores de segurança pública, educação e saúde. Segundo ele, a violência aumentou nas últimas duas décadas e a fila da regulação se tornou um dos principais problemas do Estado.
"Hoje a Bahia tem cinco municípios entre os dez mais violentos do Brasil. Na educação, temos o pior desempenho do país. Na saúde, a fila da regulação só aumentou. O Tribunal de Contas da Bahia (TCE) mostrou que o tempo de espera cresceu 115%. Em Feira de Santana, por exemplo, morreram cerca de 700 pessoas na fila da regulação no ano passado", declarou.
Bruno também defendeu a atuação da Prefeitura de Salvador na área da saúde e disse que a rede municipal tem ajudado a evitar um cenário ainda mais grave. "Se não fossem os leitos de UTI, as UPAs e as salas vermelhas mantidas pela prefeituras, muitas pessoas estariam morrendo nas portas dos hospitais. O que falta é governo, gestão e estratégia para atender quem mais precisa", criticou.
