13 de março de 2026
Gilmar leva julgamento sobre quebra de sigilos de Lulinha ao plenário do STF
Por Juliano Galisi, Estadão Conteúdo
13/03/2026 às 14:43
Atualizado em 13/03/2026 às 16:42
Foto: Juliano Galisi
Empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu um destaque nesta sexta-feira, 13, no julgamento sobre a quebra de sigilos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Com o pedido de Gilmar, a análise do caso é retirada do plenário virtual e será realizada pelo plenário físico da Corte em uma data ainda não definida.
O Supremo avaliava se mantinha a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS, entre elas a de Lulinha. Antes do pedido de Gilmar, Dino, relator do caso, votou para manter a decisão dele.
O destaque é um mecanismo que leva casos avaliados pelo plenário virtual do Supremo para o plenário físico. Ao ser solicitado, o julgamento também é reiniciado. Além disso, a data para a análise do caso no plenário físico não é definida de imediato, cabendo ao presidente do tribunal pautá-lo.
No início do mês, Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Depois, estendeu os efeitos do mandado de segurança de Roberta para todo o ato da CPI em uma votação em bloco de mais de 80 requerimentos, entre os quais o do filho de Lula.
Na decisão, Dino sustentou que o procedimento correto seria a análise em separado de cada requerimento. A CPMI do INSS recorreu, alegando que o ministro não poderia ter estendido os efeitos do mandado de segurança de Roberta para os demais requerimentos aprovados pelo colegiado na sessão.
A aprovação das quebras de sigilos surpreendeu a base do governo no Congresso. Os governistas acionaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a reversão do resultado da votação, mas o senador manteve a validade do que foi decidido pelo colegiado.
Com o pedido de Gilmar, a análise do caso é retirada do plenário virtual e será realizada pelo plenário físico da Corte em uma data ainda não definida.
O Supremo avaliava se mantinha a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS, entre elas a de Lulinha. Antes do pedido de Gilmar, Dino, relator do caso, votou para manter a decisão dele.
O destaque é um mecanismo que leva casos avaliados pelo plenário virtual do Supremo para o plenário físico. Ao ser solicitado, o julgamento também é reiniciado. Além disso, a data para a análise do caso no plenário físico não é definida de imediato, cabendo ao presidente do tribunal pautá-lo.
No início do mês, Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Depois, estendeu os efeitos do mandado de segurança de Roberta para todo o ato da CPI em uma votação em bloco de mais de 80 requerimentos, entre os quais o do filho de Lula.
Na decisão, Dino sustentou que o procedimento correto seria a análise em separado de cada requerimento. A CPMI do INSS recorreu, alegando que o ministro não poderia ter estendido os efeitos do mandado de segurança de Roberta para os demais requerimentos aprovados pelo colegiado na sessão.
A aprovação das quebras de sigilos surpreendeu a base do governo no Congresso. Os governistas acionaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a reversão do resultado da votação, mas o senador manteve a validade do que foi decidido pelo colegiado.
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